Em um mundo onde todo mundo pensa igual, o que acontece com quem ousa ser diferente? O público de Bela Vista de Minas está prestes a descobrir a resposta com o espetáculo “O Menino da Cabeça de Papelão”, que terá apresentação única e gratuita na Escola Estadual Prof.ª Adelina da Conceição Mendes, neste sábado, 22 de agosto, às 10h. Acessível em Libras, a peça integra a 16ª temporada do programa Diversão em Cena, da Fundação ArcelorMittal.
Com duração de 45 minutos e classificação livre, a peça celebra 10 anos em cartaz e é encenada pela Casa Laboratório Ponto de Cultura, de Ipatinga (MG). A narrativa acompanha a trajetória do menino Antenor, uma criança ignorada em seu reino por possuir uma cabeça diferente e cheia de ideias. Após se envolver em diversas confusões, um velho sábio decide operar sua cabeça desregulada, colocando, no lugar, uma curiosa cabeça de papelão.
Livremente inspirada na obra do jornalista e cronista João do Rio e nas publicações do folclore medieval alemão de Johann Grüninger, a montagem tem dramaturgia e direção de João Carlos Cardoso. Entre o humor, a fantasia e a poesia visual, o espetáculo abre um importante diálogo sobre diversidade, pertencimento e respeito às diferenças. O elenco no palco é formado por Liala Coelho, Maria Luiza Drummond, Emanuel Charles e Edvania Oliveira.
Esta apresentação é viabilizada com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com patrocínio da Fundação ArcelorMittal, por meio da ArcelorMittal. Realização: Casa Laboratório Ponto de Cultura e Governo de Minas Gerais.
16 anos de Diversão em Cena – O programa Diversão em Cena foi criado em 2010 pela Fundação ArcelorMittal, para democratizar o acesso à cultura, por meio da oferta de apresentações gratuitas ou a preços populares. Desde então, 1,3 milhão de pessoas já assistiram a mais de 3 mil apresentações em 60 localidades. Em 2026, serão 166 espetáculos em 28 municípios de cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.
“Em um país tão diverso como o Brasil, é essencial incentivar ações que aproximem as pessoas das expressões artísticas e promovam o diálogo entre diferentes tradições. Além do patrocínio, trata-se de garantir que a pluralidade cultural que nos define, une e transforma continue viva, acessível e valorizada por todos”, afirma Camila Valverde, diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal.







