Secretaria de Saúde de João Monlevade realiza o Julho Amarelo

Foto: Ilustração

A Secretaria Municipal de Saúde de João Monlevade está promovendo durante este mês uma série de atividades em alusão ao “Julho Amarelo”, campanha nacional dedicada à conscientização, prevenção, testagem e tratamento das hepatites virais. A iniciativa integra o calendário oficial de campanhas de saúde pública no Brasil e está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que instituiu o dia 28 de julho como o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais.

As ações são organizadas pelo Serviço de Atendimento Especializado (SAE) e pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que integram a rede municipal de saúde. A campanha tem como objetivo ampliar o acesso à informação, intensificar as testagens e capacitar profissionais sobre o tema.

Entre as atividades já realizadas, destaque para a palestra sobre hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), ocorrida na última quarta-feira (2), durante a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (Sipat) da Faculdade Doctum, no bairro Vila Tanque.

Outras ações previstas incluem testagens gratuitas de HIV, sífilis e hepatites B e C. Nesta segunda-feira (7), a atividade será voltada aos universitários da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), no campus de João Monlevade, no bairro Loanda, das 17h às 20h30.

No dia 18, haverá um treinamento de “Atualização em Hepatites Virais” para profissionais da Unidade Básica de Saúde Padre Hildebrando, também no Vila Tanque. Já nos dias 21 e 24, a testagem será oferecida aos colaboradores das empresas Dibisa, nos bairros Baú e Teresópolis, respectivamente.

Doenças silenciosas

As hepatites virais são infecções que afetam o fígado e, muitas vezes, não apresentam sintomas nos estágios iniciais. Quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para quadros graves, como cirrose, câncer hepático e até a morte.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2023 foram registrados cerca de 720 mil casos confirmados de hepatites virais no país. A hepatite C é a mais comum, seguida das hepatites B e A. Já a hepatite D é mais rara e afeta principalmente populações indígenas e ribeirinhas da região Norte.

A campanha reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce como ferramentas fundamentais no combate às hepatites virais.

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