Caminhoneiros de todo o país ameaçam entrar em greve diante da alta do diesel, impulsionada pelo conflito no Irã. A categoria afirma que está mais organizada que em 2018 e cobra medidas mais eficazes para reduzir os custos, alegando prejuízo nas operações.
O governo tenta evitar a paralisação com ações como isenção de tributos, proposta de redução do ICMS e reforço na fiscalização do piso do frete, mas os caminhoneiros consideram as medidas insuficientes.
Entre as reivindicações estão controle de preços, cumprimento do piso mínimo, pedágio zero para caminhões vazios e maior fiscalização dos postos. Especialistas apontam que o risco de greve é real, embora ainda incerto quanto à dimensão.
Uma paralisação pode gerar impactos na economia, como desabastecimento e prejuízos em diversos setores, repetindo efeitos observados em 2018.









